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MC Indica: Iniciando no mundo das histórias em quadrinhos

Indicação Histórias em Quadrinhos

Para quem ainda não conhece o termo HQ, significa histórias em quadrinhos, são histórias narradas por meio de desenhos e texto.

No artigo de hoje, o Bruno Cruz (nosso designer) irá indicar duas histórias em quadrinhos para quem gosta de ler ou quer conhecer esse universo. Acompanhem!

“Eu tinha cerca de 5 anos quando ganhei meu primeiro gibi. Era da turma da Mônica, mas especificamente do Cebolinha. Minha personalidade, minha carreira e meus gostos estavam todos sendo fortemente influenciados a partir daquele momento. Hoje tenho 33 anos, e ainda tenho uma coleção considerável de quadrinhos, dos mais variados temas. Desde histórias sobre o Batman, sobre ratos, Homem Aranha, tartarugas, família feliz, família triste, cavaleiros, Beatles, quadrinho nacional, internacional, intergaláctico, entre outros.

É um universo muito mais amplo do que se pode imaginar. E aqui nesta coluna tenho o desejo de dividir com vocês algumas destas histórias que me marcaram e que podem te fazer amar este mágico e vasto universo que são os Quadrinhos”.

Isto dito, bora para as indicações deste mês:

Batman – A piada mortal

Batman a piada mortal
Batman a piada mortal

Quando o filme Coringa chegou às telas, em outubro de 2019, mal sabíamos nós, que estávamos vivendo os últimos meses de uma certa “normalidade” em nossa sociedade. Normalidade esta que seria totalmente bagunçada pela pandemia iniciada apenas dois meses após o lançamento do filme. Normalidade que também é desconstruída durante a sequência de acontecimentos vividos pelo personagem Arthur Fleck, vivido pelo ator Joaquim Phoenix.

Coringa

Embora a HQ A piada mortal” (DC Comics/1988) não seja a principal fonte de inspiração do diretor Todd Philips, é impossível desassociar as duas obras. Afinal foi nesta edição, escrita por Alan Moore e desenhada por Brian Bolland, que o personagem do Coringa trouxe à tona pela primeira vez, seus traumas e os motivos iniciais que o levaram a ter uma das mentes mais doentias do universo dos quadrinhos.

Numa breve sinopse…

A história narra o presente e passado do personagem Coringa. No passado temos um comediante fracassado, falido financeiramente, casado e prestes a se tornar pai. No presente temos o Coringa atirando em Bárbara Gordon e sequestrando o Comissário Gordon.

Seu objetivo? Provar que basta um único dia ruim para que qualquer pessoa se corrompa, mesmo alguém tão confiável como Jim Gordon.

É claro que o Batman é acionado e tem participação em todo o enredo, no entanto, assim como no filme de Todd Philips, nesta história a participação do homem morcego se torna apenas um detalhe. O foco realmente é o quão maligno e cruel pode ser o Coringa, quando tenta provar suas malucas teses.

Aos leitores habituados a ler histórias do Batman, a história choca pelas cenas de violência causadas pelo palhaço vilanesco e pelas subjetividades existentes entre quadros.

Já aos que não são habituados a leituras de quadrinhos, é uma excelente porta de entrada a um universo apaixonante.


Meu amigo Dahmer – Derf Backderf

Meu amigo Dahmer – na verdade trata-se de um acontecimento real, narrado e desenhado por uma pessoa diretamente ligada ao caso do canibal de Millwaulkee.

O tema serial killer possui uma gama distinta de publicações, programas televisivos, seriados, filmes, podcasts, vídeos de Youtube e tudo mais que se possa imaginar. Por despertar uma certa curiosidade mórbida, o assunto conta com muitos adeptos. Porém, mesmo que você não seja um destes curiosos, é possível que o nome Jeffrey Dahmer não seja totalmente desconhecido.

Junto com nomes como Ted Bundy e John Wayne Gacy, Dahmer é um dos assassinos mais cruéis de todos os tempos e fez parte de uma onda de crimes que assolou a humanidade nas décadas de 60-70.

Meu amigo Dahmer – Derf Backderf

Numa breve sinopse…

Derf Beckderf foi aluno de classe de Jeffrey Dahmer na sétima série em um colégio chamado Eastview. Segundo Derf, Dahmer além de ser muito solitário, demonstrava comportamentos pouco usuais já no colégio. Um de seus hábitos favoritos era dissecar animais mortos para estudá-los. E por ter um comportamento destoante dos demais alunos do colégio, foi alvo de muita chacota e bullying, chegando a ter um clube fundado com o seu nome, para que suas imitações bizarras fossem levadas a público.

Em busca de ser aceito e arrancar risadas dos amigos, Dahmer encarnou o personagem esquisitão, com imitações esdrúxulas. Porém em sua casa, Jeff não recebia a devida atenção que precisava. Ele vivia constantemente num ambiente hostil. A saúde debilitada da mãe e as discussões constantes de seus pais contribuíram para que ele se isolasse em suas loucuras. Logo a bebida começou a fazer parte de sua rotina e seus gatilhos internos começaram a vir à tona.

Em sua HQ, Derf traz para nós uma série de comportamentos existentes em Jeffrey Dahmer que deveriam ser sinais de que algo muito errado estava para acontecer…

Com ilustrações que se encaixam no tipo de história que está sendo contada, este quadrinho não serve apenas para deleite de leitura, mas também traz uma reflexão de como devemos tomar cuidado com as pessoas que são negligenciadas, talvez o comportamento estranho dela seja um pedido de socorro escondido em atitudes.

E aí, gostou?

Caso você já tenha lido alguma das duas indicações de histórias em quadrinhos, fique à vontade para comentar se concorda ou discorda do que foi dito. E fique à vontade para dar suas próprias indicações. Continue acompanhando nosso blog! 😊👏

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